Agora que passou um pouco o hype, vamos para o post. Depois de muito blá blá blá, rumores que o Apple tablet (que agora é chamado de iPad) faria café e lavaria banheiros e cuecas, finalmente saiu.
O Steve Jobs (que está menos magro, menos caveira-like e com uma voz mais plausível para alguém de 54 anos, por sinal) disse em outras palavras que o iPad seria o resultado de um filho entre o iPhone e o MacBook.
E é verdade. E eu quero um.
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Todos estão considerando esse ano como “O ano do tablet”. Não necessariamente. Diria que apenas depois do dia 26/01(data do evento marcado pela Apple) que começaremos a fantástica corrida dos iSlate(ou seja lá como a tablet vai se chamar)-killers, exatamente da da mesma maneira que acontece atualmente com os cof cof iPhone-killers, que sempre se matam ou morrem na praia. Alguém aí sabe o que é Palm Pre? E Zune HD, o aparelho que iria matar e aniquilar o iPod touch que nem está nos Top 50 da Amazon?
Depois de 60 dias usando o trial do MobileMe sempre fiquei na terrível dúvida se devo ou não pagar os US$99 para continuar no serviço. Depois de noites mal-dormidas com essa questão (#NOT) decidi aderir à nuvem do Steve Jobs.
Sempre fiquei com a verídica pergunta na cabeça “Mas o Google não faz tudo isso de graça?”, mas no fim das contas, a conclusão é que o MobileMe não é um simples serviço de e-mails/fotos/qualquercoisa, mas é um desktop na Web.
Quem me segue no Twitter, sabe que o @japareaggue adora tentar me converter para o lado negro da força. Mas seja o que for, eu não gosto de jailbreak.
O jailbreak surgiu no início do iPhone, quando a Apple bloqueava aplicativos de terceiros, surgiu um grupo que queria possibilitar a instalação desses aplicativos, já que a Apple gostava apenas de webapps e estava certa que o futuro era deles. O jailbreak era um processo útil naquena época. Naquela época.
Então é Natal.. e Ano Novo também. Tempo de enfeitar sua linda casa(ou não) de lindas bolinhas coloridas(ou não), esperar para ver o saco do Papai Noel(ou não) e ouvir musicas terríveis(ou não): natalinas e Roberto Carlos pela 3872ª vez cantando “Quando eu estou aqui” na Rede Glóbulo de Televisão.
Mas, como estamos em uma nação capitalista imperialista, lulista e obamista e não na Reveral Russa, o Natal também é sinônimo de presentes.
Portanto, você, caro milionário que chegou por aqui por meio do Google, pode adotar a minha cartinha de Natal. Coisa humilde, que você pagar em até 12x sem juros.